"Desculpem, doutos homens, estetas,
espíritos poetas, almas delicadas,
a falsidade do meu génio e das minhas palavras.
Que é a erudição que eu canto,
que é da vida, o espanto, que é do belo, a graça,
mas eu só ambiciono a arte de plantar batatas.
(...)
Bem sei que há trolhas escritores,
letrados estucadores e serventes poetas
e poetas que são verdadeiros pedreiros das letras.
E canta, em arte genuína, o pescador humilde,
a varina modesta
E tanta vedeta devia dedicar-se à pesca.
(...)"
espíritos poetas, almas delicadas,
a falsidade do meu génio e das minhas palavras.
Que é a erudição que eu canto,
que é da vida, o espanto, que é do belo, a graça,
mas eu só ambiciono a arte de plantar batatas.
(...)
Bem sei que há trolhas escritores,
letrados estucadores e serventes poetas
e poetas que são verdadeiros pedreiros das letras.
E canta, em arte genuína, o pescador humilde,
a varina modesta
E tanta vedeta devia dedicar-se à pesca.
(...)"